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MEI e Simples Nacional: limites, DAS e quando você precisa mudar

Publicado em 03/09/2026 · Prime Soluções Contábeis

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Começar como MEI é o caminho de muita gente que decide empreender — e faz todo sentido. Mas conforme o negócio cresce, aparecem dúvidas: até quanto posso faturar? O que acontece se eu passar do limite? Quando viro uma empresa "normal" no Simples? Este guia responde isso de forma direta.

Os limites de faturamento

Cada enquadramento tem um teto de faturamento anual. Passar dele muda a sua situação:

Faturar acima de R$ 4,8 milhões no ano tira a empresa do Simples e a leva para o Lucro Presumido ou Lucro Real. Por isso, quem está chegando perto desse valor precisa planejar com antecedência.

Quanto o MEI paga por mês

O MEI paga um valor fixo mensal pela guia do DAS, independentemente de quanto faturou. Esse valor é composto por:

Como o valor acompanha o salário mínimo, ele é reajustado todo ano. Atualmente fica em torno de R$ 75 a R$ 87 por mês, conforme a atividade. O pagamento em dia é o que mantém os seus direitos previdenciários ativos.

Passei do limite do MEI. E agora?

Depende de quanto você ultrapassou:

Se passou até 20% (até R$ 97.200 no ano)

Você continua como MEI até o fim do ano e é desenquadrado a partir de 1º de janeiro do ano seguinte, passando a ser Microempresa no Simples Nacional. Há um acerto de tributos sobre o valor que excedeu.

Se passou mais de 20% (acima de R$ 97.200)

O desenquadramento é retroativo ao início do ano (ou ao início da atividade). Na prática, você é tratado como ME desde janeiro e precisa recolher os tributos do Simples sobre todo o faturamento do período. É o cenário mais caro — e o que mais pega o empreendedor de surpresa.

A dica de ouro: acompanhe o seu faturamento mês a mês. Quem controla os números percebe a tempo que vai passar do limite e faz a transição de forma planejada, sem susto e sem cobrança retroativa.

Virar ME é ruim?

Não. Crescer é o objetivo de todo negócio. Como Microempresa no Simples, você continua com uma tributação favorecida, passa a poder ter mais funcionários, emitir notas com mais facilidade e atender clientes maiores. Muda a forma de calcular o imposto (que passa a ser um percentual sobre o faturamento, conforme o anexo da sua atividade), e é aí que a contabilidade faz diferença: enquadrar no anexo certo e acompanhar o Fator R pode representar uma economia real de imposto.

Resumo rápido

Se você está chegando perto de algum desses limites ou tem dúvida sobre o melhor enquadramento, fale com a Prime. A gente faz as contas e mostra o caminho mais econômico e seguro para o seu momento.

Conteúdo informativo. Valores e limites podem ser atualizados por lei. Para a análise do seu caso, fale com a Prime Soluções Contábeis.
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